quinta-feira, 17 de julho de 2014


Nasa testará  'disco voador'
para pousar em Marte.
A Nasa, a agência especial americana, se prepara para testar uma espaçonave muito parecida com um disco voador.

17-julho-2014

France Press/UPI/Reuterns

O  LDSD (sigla em inglês do Desacelerador Supersônico de Baixa Densidade) é uma amostra do tipo de tecnologia que a raça humana precisará para pousar em Marte.
Laboratório de montagem do OVNI amaericano (Imagem NASA)

Nasa pesquisa formas de levar mais carga à Marte para uma missão tripulada. (Ilustração NASA)

Após 65 anos das primeiras detectações dos chamados na época de OVNI (Objetos Voadores não Identificados), a NASA tomou a resolução de criar seus próprios OVNIs.  Renomeado de LDSD (sigla em inglês do Desacelerador Supersônico de Baixa Densidade), o OVNI da NASA será lançado de uma altitude elevada a partir de um balão posicionado sobre o Havaí.
Ele testará um novo tipo de paraquedas e um anel inflável de kevlar que pode ajudar a reduzir a velocidade da espaçonave quando ela se aproximar da superfície do planeta vermelho, Marte.
Uma das primeiras fotos registradas pela sonda-robô Curiosity do solo marciano com oceano de ferrugem ao fundo, (Imagem Curiosity/NASA)

A NASA diz que está tentando elevar a capacidade máxima de carga que pode ser levada para Marte da atual 1,5 tonelada para algo entre 20 e 30 toneladas – o peso do equipamento que uma missão tripulada exige.

Ian Clark, pesquisador do LDSD, disse à BBC News: "Nós estamos testando tecnologias que nos permitirão pousar maiores e mais pesadas cargas úteis, de uma maior altitude e com mais precisão do que jamais fomos capazes".

O teste acontecerá em uma base de testes da mísseis da Marinha americana em Kauai, no Havaí.

Um balão de hélio levantará o LDSD a uma altitude de 35 quilômetros antes de soltá-lo.
Um motor de propulsão a foguete deve então elevar o dispositivo a 55 quilômetros de altura a uma velocidade de Mach 4 (quatro vezes a velocidade do som).
Quando o LDSD começar a reduzir a velocidade, ele acionará seus dois novos sistemas de freios atmosféricos.


'Donut'

O primeiro a ser acionado será o "donut", um dispositivo inflável de 6 metros. Ele aumentará o tamanho do veículo e como consequência a força de arrasto.
Quando a velocidade cair para cerca de Mach 2,5, o paraquedas será acionado. "O paraquedas supersônico que estamos testando é enorme", diz Ian Clark.
"Ele tem 30 metros de diâmetro; ele gera duas vezes e meia o arrasto de qualquer paraquedas anterior que mandamos a Marte".

"Vamos levar o equipamento ao limite no qual os materiais dos quais o paraquedas é feito; nylon e kevlar, podem começar a derreter".
"Mas não sabemos, por isso vamos fazer esse teste".

Se as estruturas se mantiverem intactas, o paraquedas deve soltar o LDSD no oceano em 45 minutos.
O plano da NASA é fazer um novo teste no ano que vem, com um anel e um paraquedas maiores.

A sonda Curiosity, de uma tonelada, é o maior objeto que já pousou em Marte até agora.
Curiosity "escavando" o solo marciano. (Imagerm NASA)

Acredita-se que essa capacidade de carga terá que ser muito aumentada para que astronautas possam receber todos os suprimentos e equipamentos necessários para sobreviver no planeta.


OBSERVAÇÕES DESTE BLOG

Os denominados "Objetos voadores não identificados"  (OVNI - na sigla portuguesa) têm sido alvo de documentação e estudo ao longo de muitas décadas.
Estas documentações, cujos registros fotográficos e filmográficos ocorreram  ao longo de muitos anos e vêm ocorrendo até os nossos dias, nos fornecem dados inquestionáveis.   Muitas teorias, muitas dúvidas ocorreram nesses 60/70 anos.  Mas um fato derruba os mais incrédulos:   A NASA PREPAROU E LANÇARÁ O SEU OVNI como vimos acima.
Em que pese um certo "atraso"  de 65 anos, não nos resta dúvidas que a ASTRONOMIA deu -- mais uma vez -- seu passo certo.

Queremos agora registrar, por imagens, alguns OVNIs ao longo desta história.
É um pequeno flash.
A todos os nosso queridos amigos visitantes sugerimos se aprofundarem nas pesquisas da NET.  


Imagens de OVNI  captadas pelos marinhos do Navio Escola Saldanha da Gama - Rio - 1956


Imagem de um OVNI captada pelo Comandante Alberto de la Luz da Força Aérea Boliviana, 1967


OVNIs que acompanharam o avião em que viajava o então Ministro da Aeronáutica, a partir da Base Aérea de São José dos Campos, 1983

OVNI documentado em New Jersey, 1997
OVNI documentado em região pastoril de Portugal, 1999
OVNI na Inglaterra, 2005

OVNI escoltado por Caças americanos, 2010

Diante destes documentos que inserimos como um pequeno flash nos questionamos:

PORQUE TÃO SOMENTE AGORA OS EUA, POR SEU ÓRGÃO NASA, RESOLVERAM CRIAR UM OVNI E UTILIZÁ-LO EM FUTURAS MISSÕES ESPACIAIS?

quarta-feira, 16 de julho de 2014


Descoberta de vida fora da Terra pode afetar Religião e Filosofia, diz Relatório.


Segundo texto, humanidade precisa se preparar 

para as descobertas de vida fora do planeta Terra.


Fórum Econômico listou  temas que deveriam ser 

debatidos pelas nações.


Reuterns /UPI/ Globo

A descoberta de vida alienígena, o uso de medicamentos 

para aumentar a capacidade cognitiva e a mudança 

completa das condições climáticas na Terra podem 

implicar em dilemas éticos e provocar alterações na 

maneira como a sociedade se organiza e em como ela vê a 

si mesma, aponta a oitava edição do relatório Riscos 

Globais, do Fórum Econômico Mundial, divulgado esta 

semana. A organização listou cinco “fatores X” que 

gostaria de ver nos debates da comunidade internacional 

em 2015 por terem consequências incertas para o futuro 

da humanidade.


Descoberta de vida extraterrestre implica agora em um 

aumento no número de missões no espaço.












'Bolhas' de criações de novas estrelas .Foto: Lynette Cook / Nasa)





Descoberta de vida extraterrestre.


Dado o ritmo de exploração do espaço, cada vez mais 

se descubre a existência de vida alienígena no 

sistema solar. 

Nebulosa "Cabeça de Cavalo  { foto HUBBLE/NASA)

CONSEQUÊNCIAS FUTURAS

Mas quais serão as consequências dessas novas
descobertas para o fluxo de financiamento da ciência e 

para a imagem que a humanidade tem de si mesmo?

De acordo com o Relatório, a astronomia ao 

descobrir um planeta que possa servir como uma futura 

CASA para a humanidade, ou detectarem a existência de 

vida em nosso Sistema Solar, esses avanços trariam sérias 

implicações.


Os cientistas iriam deslocar um grande contingente de 

missões robóticas e humanas para estudar o local, 

apoiados por agências de financiamento entusiasmadas 

com as descobertas. No longo prazo, haveria profundas 

implicações psicológicas e filosóficas desencadeadas 

pela descoberta de vida extraterreste, desafiando a 

religião e a filosofia humana, diz o relatório. Para evitar 

que isso ocorra, o texto aponta a necessidade de 

campanhas de sensibilização do público, prevenindo a 

população contra as consequências sociais de 

descobertas tão profundas e contra a mudança de 

paradigma quanto à posição da humanidade no Universo.


De acordo com o Relatório, os astrônomos ao

descobrirem  planetas  como uma futuras 

CASAS para a humanidade, ou a detectarem a existência de vida 

em nosso Sistema Solar (como já o estão fazendo), esses avanços trariam sérias implicações.


Os cientistas irião deslocar um grande contingente de 

missões robóticas e humanas para estudar o local, 

apoiados por agências de financiamento entusiasmadas 

com as descobertas. No longo prazo, haveria profundas 

implicações psicológicas e filosóficas desencadeadas 

pela descoberta de vida extraterreste, desafiando a 

religião e a filosofia humana, diz o Relatório. Para evitar 

que isso ocorra, o texto aponta a necessidade de 

campanhas de sensibilização do público, prevenindo a 

população contra as consequências sociais dessas novas

descobertas tão profundas e contra a mudança de 

paradigma quanto à posição da humanidade no Universo.



CONSIDERAÇÕES DESTE BLOG.


    *** Em nossa postagem de 4 de fevereiro deste ano (2014), os cientistas que acompanham o jipe-robô Curiosity, o qual aterrisou em Marte em agosto de 2012,
Jipe-robô Curiosity em solo marciano (Divulgação NASA)

encontraram evidência de um antigo lago de água doce em Marte, com condições para permitir a vida microbiana.
O lago, localizado dentro da Cratera Gale,

onde o jipe-robô da Nasa, cobria uma área de 50 quilômetros de comprimento e 5 quilômetros de largura, embora seu tamanho tenha variado ao longo do tempo.
Lago de água doce na Cratera Gale (Imagem Curiosity - divulgação NASA)

   *** Em nossa postagem de 9 de março deste ano (2014), sobre a chuva em Saturno, registramos a existência em seu satélite Encélado de um lago com profundidade de 8 mil quilômetros nas dimensões do maior dos nossos lagos de água doce (Lago Superior) entre Canadá e USA. Esse lago é o responsável pela chuva de água, sal, e "neve" de gelo que se precipitam sobre o anel 14 - E, do planeta Saturno.
Representação gráfica do interior de  Encélado, mostrando seu lago no polo sul e suas erupções (Divulgação NASA)

      *** Já no ano de 2012, o telescópio Hubble captou imagem do exoplaneta denominado GJ 1214-b, que orbita a estrela GJ1214 em apenas 18 horas. O exoplaneta possui 6 vezes a massa da Terra, possui um interior de gelo, e seu exterior é composto de 75% de água e 25% de rocha, ou seja, muito superior a Terra. O exoplaneta encontra-se a 40 anos-luz.
Exoplaneta - a "Super Terra", denominado de GJ 1214-b (a 40 anos-luz). Imagem captada pelo telescópio Hubble/ divulgação NASA

Por tudo isso podemos afirmar:  A VIDA NÃO É, EM HIPÓTESE ALGUMA, PRIVILÉGIO DESTE NOSSO PEQUENINO PLANETA.





sábado, 28 de junho de 2014


Missão da Nasa descobre 715 novos planetas fora do Sistema Solar.

26/06/2014  16h50 hs

 UOL, em São Paulo/ UPI/ Reutern


·         Nasa
A missão Kepler da Nasa (Agência Espacial Norte-Americana) anunciou a descoberta de 715 novos planetas, que orbitam 305 estrelas em sistemas planetários similares ao nosso Sistema Solar. Já são 1700 exoplanetas conhecidos.
Desses 1700 exoplanetas, 352 são catalogados como possuidores de vida, ao possuírem  mares de água salgada.



Quase 95% destes exoplanetas (que são planetas fora do nosso Sistema Solar) são menores que Netuno, que por sua vez é quase quatro vezes o tamanho da Terra.
Concepção artística da proporção Netuno/Terra
 Esta descoberta marca um aumento significativo no número de planetas conhecidos de pequeno porte e por isso mais parecidos com a Terra.
" A equipe do Telescópio Espacial Kepler continua a surpreender e entusiasmar-nos com os seus resultados de caçada de planeta", disse John Grunsfeld , administrador associado para a Ciência da Nasa, em Washington. " Se esses novos planetas e sistemas solares se parecerem um pouco como o nosso, teremos um grande futuro quando o Telescópio Espacial James Webb (substituto do Hubble) começar a buscar novos mundos".
Desde a descoberta dos primeiros planetas fora do nosso Sistema Solar há cerca de duas décadas, a verificação tem sido um processo planeta-a-planeta trabalhoso.   Agora , os cientistas têm uma técnica estatística que pode ser aplicada a muitos planetas de uma só vez quando são encontrados em sistemas que abranjam mais de um planeta em torno da mesma estrela.
Para verificar estes planetas, uma equipe de pesquisa co-liderada por Jack Lissauer, cientista planetário no Centro de Pesquisa Ames da Nasa em Moffett Field, Califórnia, analisou estrelas com mais de um planeta em potencial - todos detectados nos dois primeiros anos de observações do telescópio espacial Kepler - Maio de 2009 a março de 2011.

Telescópio espacial Kepler
A equipe de pesquisa usou uma técnica chamada verificação pela multiplicidade, que se baseia, em parte, na lógica da probabilidade. O telescópio espacial Kepler observa 150.000 estrelas, e assim encontra algumas milhares que têm planetas candidatos. Através de um estudo cuidadoso da amostra, estes 715 novos planetas foram verificados.
Este método pode ser comparado ao comportamento de leões e leoas. Na savana, os leões são as estrelas e as leoas são os planetas candidatos. As leoas, às vezes, são observadas em grupo enquanto leões tendem a vaguear por conta própria. Se você vir dois leões poderia ser um leão e uma leoa ou poderiam ser dois leões. Mas se mais de dois grandes felinos estão reunidos, então é muito provável que seja um leão e sua alcateia. Assim, através de multiplicidade a leoa pode ser identificada de forma confiável quase que da mesma maneira que vários candidatos a planeta podem ser encontrados em torno da mesma estrela.
"Quatro anos atrás , o telescópio espacial Kepler começou uma série de descobertas, primeiro com centenas, depois milhares, de candidatos planeta - mas eles eram apenas mundos candidatos ", afirmou Lissauer . "Nós temos agora um processo para verificar vários candidatos à granel para achar planetas no atacado, e temos o usado para revelar uma verdadeira mina de ouro de novos mundos".
Estes sistemas de múltiplos planeta são terreno fértil para o estudo de planetas individuais e a configuração dos bairros planetários. Isto fornece pistas sobre a formação de planetas.
Novas Terras

Quatro desses novos planetas são menos do que 2,5 vezes o tamanho da Terra e a órbita está na zona habitável de seu Sol, definido como o intervalo de distância de uma estrela onde a temperatura da superfície de um planeta em órbita pode ser adequada para a água líquida que dá origem à vida.

Um desses novos planetas na zona habitável, chamado Kepler-296f , orbita uma estrela da metade do tamanho do nosso Sol. O exoplaneta Kepler- 296f 

é duas vezes o tamanho da Terra,  os cientistas detectaram  que o planeta é um mundo de água cercada por um oceano profundo.
"A partir deste estudo, descobrimos que estes planetas em multi-sistemas são pequenos e suas órbitas são planas e circulares - assemelhando-se a panquecas - não a sua visão clássica de um átomo ", disse Jason Rowe, pesquisador do Instituto SETI em Mountain View, Califórnia, e co-líder da pesquisa. "Quanto mais nós exploramos, mais descobrimos traços familiares de nós mesmos entre as estrelas que nos fazem lembrar de casa."
Lançado em março de 2009, o telescópio espacial Kepler é a primeira missão da Nasa para encontrar planetas do tamanho da Terra potencialmente habitáveis.  Descobertas incluem mais de 3.600 candidatos a planetas , dos quais 961 foram confirmados.
Os resultados serão publicados em 10 de março no The Astrophysical Journal.


CONSIDERAÇÕES DESTE BLOG


Sobre os exoplanetas, por favor, vejam nossas postagens em 17 de abril deste ano sobre o exoplaneta Kepler-186f
Exoplaneta Kepler - 186f
e sobre o Kepler-GJ 1214b;
Exoplaneta Kepler-GJ 1214b
 e em 7 de maio também deste ano sobre o exoplaneta Beta Pectoris.

Exoplaneta Beta Pectoris



terça-feira, 3 de junho de 2014


Astrônomos descobrem planeta rochoso 17 vezes maior que a Terra

UPI/ EFE/France Press

02 Junho 2014 | 19h 40


'Mega-Terra' dá voltas ao redor de estrela 

parecida com o sol em 45 dias; achado 

detecta vida fora do nosso 

planeta.

Astrônomos descobrem planeta rochoso 17 vezes maior que a Terra
Exoplaneta Kepler 10 c (NASA)

   Uma equipe de astrônomos coordenados pela Universidade de Genebra descobriu a existência de um novo tipo de planeta de composição rochosa com massa 17 vezes maior que a Terra, informou nesta segunda-feira, 2/6/2014, a instituição de ensino. Por suas dimensões, especialistas consideraram o planeta uma "Mega-Terra".
A característica rochosa deste planeta, batizado de Kepler-10c por causa do nome do satélite que o detectou pela primeira vez,
Telescópio espacial Kepler 1 (NASA)

implica na real existência de vida, de acordo com o cientista Stéphane Udry, coautor do estudo, citado no comunicado da Universidade.

O novo planeta se situa a 560 anos-luz da Terra, o que significa que está um pouco mais longe que o Kepler-186f, (veja nossa postagem de 17 de abril deste ano
o primeiro planeta descoberto fora do Sistema Solar, há cerca de dois meses, com um tamanho comparável à Terra e onde se acredita que possa existir água em estado líquido.
Exoplaneta Kepler 186f  (NASA)

  O novíssimo exoplaneta Kepler-10c dá voltas ao redor de uma estrela similar ao sol em 45 dias e se encontra na direção da constelação Draco.
Calcula-se que tenha 11 bilhões de anos, ou seja, 3 bilhões de anos após o Big Bang, período em que eram escassos os elementos químicos necessários para a criação de grandes planetas rochosos, como o silício e o ferro.
Esse achado seria também uma prova de que há planetas do tipo terrestre que se formaram muito rápido na história do Universo. Os astrônomos, portanto, podem ficar atentos, em seus estudos, para as estrelas mais antigas, na busca por novos planetas habitáveis.