quarta-feira, 5 de novembro de 2014

Foguete americano com destino à ISS explode logo após o lançamento

Missão não tripulada levaria 2,5 toneladas de suprimentos e experimentos para a Estação Espacial Internacional






Imagem capturada da NasaTV mostra a plataforma da base de Wallops destruída depois que o foguete Antares explodiu logo após o lançamento
Foto: Reprodução
Imagem capturada da NasaTV mostra a plataforma da base de Wallops destruída depois que o foguete Antares explodiu logo após o lançamento - Reprodução

RIO – Uma falha catastrófica de causas ainda desconhecidas levou à perda do foguete Antares e da cápsula Cygnus que levariam cerca de 2,5 toneladas de suprimentos, experimentos e outros equipamentos para a Estação Espacial Internacional (ISS) na noite desta terça-feira. Em imagens transmitidas ao vivo on-line pela NasaTV foi possível ver o foguete deixar a plataforma de lançamento da base de Wallops, no estado da Virgínia, para apenas seis segundos depois desabar de volta ao chão e explodir.
Esta missão não tripulada seria a terceira da empresa americana Orbital Sciences dentro de contrato de US$ 1,9 bilhão com a Nasa para a realização de oito voos de carga para a estação até o fim de 2016. De acordo com as primeiras informações disponíveis, todo o pessoal da base já foi contabilizado e ninguém ficou ferido com a explosão, que, no entanto, destruiu a plataforma.
Este foi o primeiro lançamento noturno do foguete Antares, informou a Orbital.
A missão, conhecida como CRS-3, era a quarta viagem da Orbital para a ISS, contando com o voo de demonstração.
Na segunda-feira, o lançamento foi adiado por 24 horas, devido à presença de um navio no Atlântico, dentro do perímetro de segurança determinado para a operação.
A Cygnus deveria se acoplar à ISS em 2 de novembro. Quase um terço da carga (cerca de 700 toneladas) correspondia a material para experimentos científicos.
Um desses experimentos é sobre a irrigação do cérebro e do coração quando na ausência de gravidade. Os resultados dessa experiência podem ter efeitos no tratamento de doenças neurológicas, como o Mal de Alzheimer.
A missão que deveria iniciar nesta terça era a terceira prevista no contrato de US$ 1,9 bilhão firmado pela Nasa com a Orbital Sciences Corporation para o abastecimento da ISS.
A Orbital utilizou cápsulas Cygnus nas entregas feitas em janeiro e julho deste ano.

domingo, 2 de novembro de 2014

Rússia envia primeira mulher à Estação Espacial Internacional.
Viagem marca o retorno das russas às missões espaciais, das quais estavam ausentes desde 1997.







A  astronauta Yelena Serova se tornará na noite desta quinta-feira a primeira mulher russa a bordo da Estação Espacial Internacional (ISS, na sigla em inglês). Ela decolou em uma nave Soyuz de Baikonur, no Cazaquistão, às 17h25 do horário de Brasília, ao lado do russo Alexander Samokutiaev e do americano Barry Wilmore. 




"Os tripulantes têm uma enorme responsabilidade para com as pessoas que os formaram e quero dizer a elas: 'não vamos decepcioná-las'", disse Serova. 
A viagem marca o retorno das russas à conquista espacial, da qual estavam ausentes desde 1997. Apesar de a União Soviética ter enviado a primeira mulher ao espaço, Valentina Tereshkova, em 10 de junho de 1963, 

 "Quando Tereshkova voou, estávamos em plena concorrência com os Estados Unidos para saber qual de nós enviaria a primeira mulher ao espaço", explicou à AFP o editor-chefe da revista Novosti Kosminavtiki ("Notícias do Espaço"), Igor Marinin. Ele acrescentou que, posteriormente, os voos de mulheres se tornaram menos frequentes, porque muita gente da indústria aeroespacial pensava que "o trabalho no espaço era para homens".
Durante uma entrevista coletiva, Yelena foi questionada sobre o tempo em que ficará distante de sua família e de sua filha. “É o meu trabalho. Não vejo qual problema possa haver para me comunicar com a minha filha (...) Terei muitas oportunidades de ligar para ela, saber como está e apoiá-la", disse.
Cabelo — Quando perguntada por um jornalista sobre como iria cuidar dos cabelos a bordo da ISS, devolveu: "você também se interessa pelo corte de cabelo dos meus colegas?".


Yelena nasceu em Primorié no extremo oriente russo aos 22 de abril de 1976) ex-modeloo, é uma cosmonauta formada em engenharia mecânica pelo Instituto Espacial de Moscou em 2001, continuou seus estudos na Academia Estatal de Moscou, onde se formou em economia.   Em 2007, começou a se preparar para voos espaciais. "Se tudo sair bem (...), servirá  de sinal para que mais mulheres venham dedicar suas forças à ampliação  na compreensão desse magnífico Universo", acrescentou a astronauta.


CONSIDERAÇÕES DESTE BLOG.
Não estaríamos diante deste acontecimento que envolve a astronauta russa Yelena Serova, não houvessem ocorridos antecedentes.

Quando da famigerada Guerra Fria -- que ela cita acima -- as potências antagônicas USA  e URSS, empenharam-se para o que foi denominado na época "Conquista Espacial".
Satélites artificiais (o Sputinik russo como pioneiro), lançamentos de seres viventes (a cadela Laika russa como pioneira) e finalmente, humanos (Yuri Gagarin como pioneiro.)


Em busca de alucinada tentativa de supremacia entre as duas potências, pouco interessava-se se a tecnologia era avançada ou buscava um avanço.
Por exemplo: Yuri Gagarin, um medíocre tenente da aeronáutica russa, foi forçado a meter-se em uma cápsula de uma dimensão que mal o cabia, dotada de instrumentos precários, similares aos de um "Fusca" da época.

Quando do seu retorno, a cápsula incendiou-se ao tocar o solo, quase custando a vida do jovem tenente.
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Em  10 de junho de 1963 a URSS enviou ao espaço em um Vostok 5, a mal-preparada ex-camponesa Valentina Tereskova.


A jovem Valentina foi obrigada a entrar em uma cápsula levemente modificada àquela de Yuri Gagrin.  As fotos da jovem mulher demostram o pavor estampado em seu rosto
O troco dos EUA veio com a CONQUISTA DA LUA  pela Apolo 11.  Neil Armstrong e Bizz Aldrin, entrariam para a história daquela Era  Espacial.

(Postagens completas sobre os dados acima em: universo-sem-limites.blogspot.com.br

Muitos anos após, o império comunista ruiu, houve uma nova concepção democrática em geral e americana em particular, e iniciou-se a GLOBALIZAÇÃO.

Com esta nossa ordem, voltou-se a conceber-se uma nova CONQUISTA  ESPACIAL, objetivando-se agora -- e com o auxílio de hiper--telescópios terrestres e espaciais novas dimensões, novos planetas.

Foi concebida e montada a partir de 20/11/1988 a ISS - Estação Espacial Internacional , e concluída oficialmente em 8/6/2011.





A ISS é uma gigantesca plataforma situada a 370 km, com uma velocidade de 27.600 km/hs.

Possui vários "angares"  de recebimento e acoplagem das várias naves internacionais, inúmeros laboratórios, centros de pesquisa com os mais avançados telescópios, núcleos de estudos e de lazer.
Os seus ocupantes,  astronautas-cientistas de vários países se revezam a cada 6 meses, objetivando em primeira instância uma viagem ao planeta MARTE.

É neste "ancoradouro" científico em que se encontra 
Yelena Sorova -- a mais fantástica expressão de uma nova concepção da conquista do espaço.







sexta-feira, 26 de setembro de 2014

Água é descoberta, pela primeira vez, na atmosfera de exoplaneta do tamanho de Netuno.

O HAT-P-11b é o menor planeta fora do Sistema 

Solar encontrado pelos cientistas a apresentar 

essas condições. A descoberta, publicada na revista 

'Nature', é mais um passo rumo à identificação de 

mundos que possam abrigar vida.


24/09/2014

Veja Ciência / Agência EFE



O planeta HAT-P-11b, que possui um raio quatro vezes maior que o da Terra e está localizado na constelação de Cisne, a 122 anos-luz (cada ano luz equivale a 9,46 trilhões de quilômetros)
O planeta HAT-P-11b, que possui um raio quatro vezes maior que o da Terra e está localizado na constelação de Cisne, a 122 anos-luz (cada ano luz equivale a 9,46 trilhões de quilômetros) (David A. Aguilar/CfA/Reprodução/VEJA.com)
Os cientistas americanos  Jonathan Fraine, Drake Deming, Bjorn Benneke, Heather Knutson, Andrés Jordán, Néstor Espinoza, Nikku Madhusudhan, Ashlee Wilkins, Kamen Todorovne  pertencentes  às instituições Universidade de Maryland, EUA, e com colaboração da PUC do Chile, detectaram vapor de água na atmosfera de um exoplaneta do tamanho de Netuno. O HAT-P-11b é o menor planeta fora do Sistema Solar. 
A descoberta, publicada nesta quarta-feira (24/09) na revista Nature, permite avançar rumo à identificação de mundos em nossa galáxia com condições similares à da Terra — ou seja, que possam abrigar vida.
 Com um raio quatro vezes maior que o de nosso planeta e localizado na constelação de Cisne, a 124 anos-luz (cada ano-luz equivale a 9,46 trilhões de quilômetros), o HAT-P-11b possui uma camada de nuvens sobre sua superfície fria e gasosa que permitiu a análise da composição de sua atmosfera e revelou a presença de água.
Essas condições são raras, pois, até o momento, só era possível analisar a composição atmosférica de grandes planetas gasosos, similares a Júpiter.    Os planetas menores normalmente são cobertos por densas nuvens, compostas por todos os tipos de elementos, que impedem a análise das camadas mais profundas da atmosfera. Há décadas, esse é um obstáculo para estudar planetas do sistema solar como Júpiter, coberto de nuvens estratificadas de amoníaco, e Vênus, onde se estendem grossas nuvens de ácido sulfúrico.
A atmosfera clara do HAT-P-11b, entretanto, revelou, além de moléculas de vapor de água, também hidrogênio e vestígios de átomos pesados.
Espectro luminoso — Dada a impossibilidade de enviar sondas espaciais para estudar distantes exoplanetas, os cientistas tratam de estabelecer sua composição atmosférica a partir de informações do espectro electromagnético que chega à Terra. Assim, a partir de imagens obtidas pelos telescópios Hubble e Spitzer, os cientistas analisaram a luz emitida pela estrela do planeta através de sua atmosfera. O pesquisador Jonathan Fraine, da Universidade de Maryland, nos Estados Unidos, e seus colegas perceberam que a luz com comprimento de onda de 1,4 micrômetro era absorvida, o que está dentro do espectro de absorção de moléculas de água.
A presença de água é um dos elementos essenciais para que a vida possa se desenvolver. O achado é considerado chave para compreender a formação e a evolução dessa classe de exoplanetas, segundo aponta o estudo da Nature.

CONSIDERAÇÕES DESTE BLOG:

Como já postamos anteriormente (por favor, vejam 
essas postagens) mais de 1.000 exoplanetas foram 
detectados pelo Hubble.  Destes, 352 apresentam 
água em suas atmosferas.  
 HAT-P-11b possui o tamanho do planeta Netuno 
que embora possua um raio 4 vezes maior que a 
Terra, é bem menor que Saturno e Júpiter.
Até este momento é o 353 exoplaneta a apresentar 
água em sua atmosfera.
Não podemos deixar de relembrar que o nosso 
"vizinho" Marte possui água (rios, lagos, mares) em 
sua superfície.  E que o satélite Encédalo de Saturno 
"despeja" chuvas de água, gelo e sal sobre o anel 14 
do planeta, o qual por sua vez faz esse volume cair 
sobre a superfície de Saturno.
Em suma, água e vida nunca foram privilégio de 
nossa modesta Terra.   (VEJAM TODOS ESSES 
DADOS EM NOSSAS POSTAGENS ANTERIORES).


quarta-feira, 10 de setembro de 2014


Asteroide de 20m passou 'muito perto' da Terra, diz Nasa.

Agência EFE / Veja Ciência


Passagem do corpo celeste foi monitorada e não 

representou risco ao planeta.


Representação artística de um asteroide
Representação artística de um asteroide (Thinkstock/VEJA)


Um pequeno asteroide com cerca de 20 metros de diâmetro passou "muito perto" da Terra neste domingo (07/09), sem, no entanto, representar risco para o planeta, informou a Nasa. A passagem do corpo celeste batizado como C2014 RC foi monitorada pela agência espacial americana e havia sido anunciada na última quinta-feira.



"Não é preciso se preocupar, ele está a 40 mil quilômetros", escreveu a Nasa em sua conta no Twitter durante a passagem do asteroide pelas proximidades da Terra. Segundo os cálculos da agência, o momento em que o 2014 RC esteve mais perto do planeta aconteceu às 15h18 deste domingo, quando o corpo celeste passou na direção da Nova Zelândia.

O asteroide foi descoberto em 31 de agosto  por pesquisadores do projeto Catalina Sky Survey, da Universidade do Arizona, e, paralelamente, pelo telescópio Pan-STARRS 1, no Havaí, em 1.º de setembro. No momento de maior aproximação, o 2014 RC ficou a 40.000 quilômetros da Terra, equivalente a um décimo da distância entre a Lua e o centro do planeta.

Observação – Devido ao tamanho relativamente pequeno do corpo celeste, os cientistas haviam advertido que ele não poderia ser visto a olho nu, mas ressaltaram que astrônomos amadores poderiam conseguir observar a passagem do 2014 RC com telescópios. Como o asteroide tem uma órbita em torno do Sol, os pesquisadores acreditam que, no futuro, ele poderá voltar a passar perto da Terra.

CONSIDERAÇÕES DESTE BLOG.

Todos nós nos encontrávamos encantados com a lua 
gigante.  Por total desconhecimento, sequer 
percebíamos a aproximação do  C2014 RC  e a sua 
passagem tão "coladinha" à nós.
Ainda bem!... 
Se soubéssemos com antecedência, uma quantidade de 
nós estaria a lhe espreitar sua passagem e lhe desejar 
"BOA SORTE" ao seu caminhar.
Outros -- esses idiotizados pelos credos cegantes -- 
cairiam de joelhos na espreita do famoso e esperançoso 
SALVADOR Jesus.



quinta-feira, 28 de agosto de 2014


Sonda Rosetta identifica 5 opções para pouso em cometa.


28/08/2014

ESA/Veja

Módulo Philae, que a sonda carrega, chega à superfície 

do cometa em novembro.

Foto 1 / 9
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Detalhe da superfície do cometa 67P/Churyumov-Gerasimenko. A imagem, do dia 6 de agosto, foi feita pela sonda Rosetta a 130 quilômetros de distância - ESA/Rosetta/MPS for OSIRIS Team MPS/UPD/LAM/IAA/SSO/INTA/UPM/DASP/IDA/VEJA
Após dez anos Viajando pelo Sistema Solar, a sonda Rosetta chegou no começo deste mês a seu destino, o cometa 67P/Churyumov-Gerasimenko, e agora os cientistas devem selecionar o melhor ponto da superfície do astro para o pouso do módulo Philae, que a sonda carrega. 
Cinco lugares estão entre os mais indicados.
O módulo de 100 quilos será lançado em direção à superfície do cometa quando o mesmo estiver a uma distância de 450 milhões de quilômetros do Sol. As cinco opções de pouso escolhidas pelos cientistas que controlam o dispositivo a partir de Toulouse, no sul da França, permitem que o Philae receba pelo menos seis horas de luz solar durante cada rotação do cometa, de modo que suas baterias sejam recarregadas.
Os locais foram identificados com base nas informações prestadas pela Rosetta. "A orientação do cometa com relação ao Sol, sua velocidade de rotação, massa e gravidade na superfície têm um papel importante para estudar a viabilidade técnica de cada um dos possíveis lugares de pouso", diz o comunicado da Agência Espacial Europeia (ESA, na sigla em inglês).
Local — O melhor ponto para o pouso será revelado em 12 de outubro, um mês antes da data prevista para a operação, 11 de novembro. "Este cometa não se parece com nada que vimos antes, e apresenta espetaculares formações que ainda não terminamos de compreender", explicou um dos cientistas do módulo de aterrissagem, Jean-Pierre Bibring. De acordo com a ESA, a missão Rosetta vai ajudar a decifrar a história e a evolução de nosso Sistema Solar. Ela pode encontrar respostas sobre a origem de água na Terra e até sobre a vida no planeta.
OBSERVAÇÃO: Sabe-se hoje que outros planetas do nosso Sistema Solar, tais como Marte, Júpiter e Saturno, com seus respectivos satélites naturais abrigam água e formas de vida.

Módulo Philae, que a Sonda Rosetta carrega, pousará 

na superfície 

do Cometa em novembro próximo.

Foto 1 / 9
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Detalhe da superfície do cometa 67P/Churyumov-Gerasimenko. A imagem, do dia 6 de agosto, foi feita pela sonda Rosetta a 130 quilômetros de distância - ESA/Rosetta/MPS for OSIRIS Team MPS/UPD/LAM/IAA/SSO/INTA/UPM/DASP/IDA/VEJA
Após dez anos viajando pelo Sistema Solar, a sonda Rosetta chegou no começo deste mês a seu destino, o cometa 67P/Churyumov-Gerasimenko, e agora os cientistas devem selecionar o melhor ponto da superfície do cometa para o pouso do módulo Philae, que a sonda carrega.
 Cinco lugares estão entre os mais indicados.
O módulo de 100 quilos será lançado em direção à superfície do cometa quando o mesmo estiver a uma distância de 450 milhões de quilômetros do Sol. 
As cinco opções de pouso escolhidas pelos cientistas que controlam o dispositivo a partir de Toulouse, no sul da França, permitem que o Philae receba pelo menos seis horas de luz solar durante cada rotação do cometa, de modo que suas baterias sejam recarregadas.
Os locais foram identificados com base nas informações prestadas pela Rosetta. "A orientação do cometa com relação ao Sol, sua velocidade de rotação, massa e gravidade na superfície têm um papel importante para estudar a viabilidade técnica de cada um dos possíveis lugares de pouso", diz comunicado da Agência Espacial Europeia (ESA, na sigla em inglês).
Local — O melhor ponto para o pouso será revelado em 12 de outubro, um mês antes da data prevista para a operação, 11 de novembro.
 "Este cometa não se parece com nada que vimos antes, e apresenta espetaculares formações que ainda não terminamos de compreender", explicou um dos cientistas do módulo de aterrissagem, Jean-Pierre Bibring. De acordo com a ESA, a missão Rosetta vai ajudar a decifrar a história e a evolução de nosso Sistema Solar. Ela pode encontrar respostas sobre a origem de água na Terra e até sobre a vida.






Após mais de dez anos, a sonda Rosetta, projetada pela Agência Espacial 

Europeia (ESA, na sigla em inglês), finalmente chegou a seu destino na 

manhã desta quarta-feira,06/08/2014.  Com uma manobra que começou às 

6h (horário de Brasília) e durou pouco mais de 6 minutos, ela entrou na 

órbita do cometa 67P/Churyumov-Gerasimenko.    A  400 milhões de 

quilômetros da Terra, Rosetta posicionou-se a 100 quilômetros do cometa

o acompanha na trajetória ao redor do Sol