quinta-feira, 30 de junho de 2016

Imagens dramáticas das Auroras energéticas nos polos de  Júpiter



Esta imagem combina uma imagem tirada com o Telescópio Espacial Hubble na óptica (tomada na Primavera de 2014) e observações de suas auroras no ultravioleta, tiradas em 2016.
NASA / ESAEsta imagem combina uma imagem tirada com o Telescópio Espacial Hubble na óptica (tomada na Primavera de 2014) e observações de suas auroras no ultravioleta, tiradas em 2016.

A luz energética mostra áreas de cobertura maior do que todo o nosso planeta

As auroras boreais na Terra é inspiradora, mas as auroras na atmosfera de Júpiter é uma outra história. Não só eles cobrir áreas maiores do que toda a superfície da Terra, mas são centenas de vezes mais energético, e eles acendem pólos nonstop do planeta.
telescópio espacial Hubble foi estudar auroras de Júpiter em conjunção com da NASA sonda Juno , devido a chegar ao planeta em 4 de julho.Hubble capturou uma série de imagens da aurora em ultravioleta, o comprimento de onda da luz em que ele emite mais intensidade, representado aqui em um azul luminoso. Essas imagens foram usadas para criar timelapse vídeos que mostram como as mudanças aurora e se move ao longo do tempo.
J. Nichols-NASA / ESA; Gif por Marisa Gertz para TIME
Auroras são criados quando "partículas de alta energia entram na atmosfera de um planeta perto seus pólos magnéticos e colidem com átomos de gás", explica NASA / ESA . Na Terra, a maioria das auroras são causadas por tempestades solares. Em Júpiter, as tempestades solares são apenas uma parte da história. Forte campo magnético de Júpiter também pode pegar partículas carregadas do seu entorno, inclusive de suas próprias luas.
J. Nichols-NASA / ESA; Gif por Marisa Gertz para TIME
Jonathan Nichols , o investigador principal do estudo, escreve: "Estas auroras são muito dramática e entre os mais ativos que eu já vi ... Parece quase como se Júpiter está dando uma festa de fogos de artifício para a chegada iminente de Juno."

sábado, 18 de junho de 2016

18 / junho / 2016

Foguete europeu Ariane-5 é lançado ao espaço com dois satélites

Juntos, os dois satélites pesam mais de 10 toneladas.
Foguete foi lançado de base na Guiana Francesa.

Da agência EFE
Após dois atrasos, o foguete europeu Ariane-5 foi lançado neste sábado (18) ao espaço com dois satélites de telecomunicações, o Echostar XVIII, para a difusão de sinal de televisão, e o BRIsat, para reforçar a segurança de transações bancárias.
Foguete Ariane 5 decola levando 2 satélites ao Espaço (Foto: Imagem: Agência Espacial Europeia)Foguete Ariane-5 decola levando dois satélites ao espaço (Imagem: Agência Espacial Europeia)
A decolagem a partir da base de Kourou, na Guiana Francesa, aconteceu pouco depois das 21h39 GMT (18h39 em Brasília). Inicialmente, o lançamento devia ter acontecido no último dia 8, mas um defeito em um equipamento de conexão e as condições atmosféricas adversas obrigaram o adiamento em duas ocasiões, a última ontem à noite.
Juntos, os dois satélites pesam 10.730 quilos, o que representava um recorde para um lançamento.
Fabricados pela empresa americana Space Systems Loral, na Califórnia, eles devem ficar em órbita geoestacionária a 35.766 quilômetros da Terra em seu apogeu (o ponto mais afastado) e a 250 quilômetros em seu perigeu (mais próximo).

quarta-feira, 20 de abril de 2016


Estação Espacial
19 de abril de 2016

Impressionante Aurora Boreal vista a partit da Estação Espacial InternacionalAurora como pode ser visto a partir do ISS

Imagem da  aurora boreal em tomada impressionante capturada a partir da Estação Espacial Internacional. Auroras são um fenômeno meteorológico espaço que ocorrem quando elétrons e prótons eletricamente carregadas colidem com átomos neutros na atmosfera superior. As luzes da dança da aurora proporcionar um show espetacular para aqueles no chão, mas também capturar a imaginação dos cientistas que estudam a aurora e os processos complexos que os criam.
Este quadro é de uma compilação de ultra-alta definição de tempo lapsos de o tiro aurora da estação espacial. O vídeo completo está disponível aqui:https://youtu.be/PBJAR3-UvSQ
Crédito: NASA
Última Atualização: 19 de abril de 2016
Editor: Rob Garner

quarta-feira, 6 de abril de 2016

Cientistas mapeiam pela primeira vez temperatura de uma ‘super-Terra’


Observações do telescópio espacial infravermelho Spitzer revelaram diferenças de até 1,3 mil graus entre um lado e outro da superfície extremamente quente do planeta extrassolar 55 Cancri e


GLOBO CIÊNCIA
30/03/2016 18:47 / ATUALIZADO 30/03/2016 18:48

Ilustração do planeta extrassolar 55 Cancri e mostra os fluxos e piscinas de lava na sua superfície que podem explicar as grandes diferenças de temperaturas encontradas entre seus lados de ‘dia’ e ‘noite’ - Nasa/JPL-Caltech



 Cientistas conseguiram mapear pela primeira vez a temperatura de uma “super-Terra”. Batizado 55 Cancri e, o planeta extrassolar rochoso, com cerca de duas vezes o tamanho do nosso, está relativamente próximo de nós, a uma distância de 40 anos-luz. Ele, no entanto, orbita sua estrela muito de perto, completando um “ano” a cada 18 horas, o que o torna extremamente quente. Esta proximidade com a estrela também faz com que ele esteja no que se chama uma “armadilha de maré” gravitacional, com um lado sempre voltado para ela enquanto o outro fica na sombra, assim como a Lua com relação a nosso planeta.
De acordo com as medições feitas com ajuda do observatório espacial infravermelho Spitzer, da Nasa, esta característica do 55 Cancri e provoca grandes diferenças nas temperaturas dos dois lados do planeta, que chegam a até 1,3 mil graus Celsius. Na face virada para a estrela, elas atingem escorchantes 2,4 mil graus, enquanto na outra, apesar da “sombra” eterna, elas ainda permanecem muito altas, em aproximadamente 1,1 mil graus.
- Nossa visão deste planeta continua a evoluir – diz Brice Olivier Demory, pesquisador da Universidade de Cambridge, no Reino Unido, e principal autor de artigo sobre o mapeamento, publicado na edição desta quarta-feira da revista “Nature”. - Os últimos achados nos dizem que o planeta tem noites quentes, mas dias significativamente mais calorentos. Isso indica que o transporte de calor ao redor do planeta é ineficiente. Propomos que isso poderia ser explicado por uma atmosfera que exista apenas no lado de dia do planeta, ou por fluxos de lava na sua superfície.
Segundo os cientistas, esta grande variação na temperatura dos dois lados do planeta vai contra a noção anterior de que uma atmosfera densa distribuía o calor por ele. Pelo contrário, a descoberta sugere que o planeta não tem uma atmosfera maciça e possivelmente é um “mundo de lava”, em que o magma endureceu do lado da noite e interrompeu o transporte de calor.
- O lado do dia possivelmente tem rios de lava e grandes piscinas de magma extremamente quente, mas achamos que o lado da noite tem fluxos de lava solidificados, como aqueles que vemos no Havaí – conta Michael Gillon, pesquisador da Universidade de Liège, na Bélgica, e coautor do estudo.

sexta-feira, 18 de março de 2016

18/03/2016  11h11 - Atualizado em 18/03/2016 11h19

Nasa lança site que permite navegar robô Curiosity em mapa 3D de Marte

Pouso do robô no Marte completa três anos. 
Mapa interativo de Planeta Vermelho é lançado.

Do G1, em São Paulo
O Experience Curiosity permite navegar o robô Curiosity em Marte (Foto: Reprodução/ Experience Curiosity)O Experience Curiosity permite navegar o robô Curiosity em Marte (Foto: Reprodução/ Experience Curiosity)
O pouso do robô Curiosity em Marte completa três anos nesta quinta-feira (6) e, para comemorar, a Nasa lança duas ferramentas online que permitem a qualquer um explorar o Planeta Vermelho. Uma delas, a Experience Curiosity, tem uma interface 3D com “cara” de game que permite ao usuário guiar o robô por um modelo realista do planeta.

O programa simula o terreno de Marte com base nos dados atuais do Curitosity e do satélite Mars Reconnaissance Orbiter (MRO). Nele é possível explorar ferramentas do Curiosity e ver Marte através de suas câmeras.

O robô Curiosity pousou em Marte no dia 6 de agosto de 2012, após uma viagem de 567 milhões de quilômetros e quase nove meses. A exploração do robô em Marte constatou, entre outras coisas, emissões de metanonitrogênio fixado em sedimentos e evidências de água líquida. Os cientistas buscam saber se o planeta reunião condições favoráveis para a possibilidade de vida no planeta no passado.

Mapa interativo
Outra ferramenta lançada nesta quinta é o Mars Trek, um mapa interativo de alta definição que oferece detalhes do Planeta Vermelho usando dados de 50 anos de exploração da agência espacial americana.
Mapa interativo Mars Trek mostra detalhes da superfície de Marte (Foto: Reprodução/ Mars Trek)Mapa interativo Mars Trek mostra detalhes da superfície de Marte (Foto: Reprodução/ Mars Trek)
O aplicativo tem ferramentas para medir as características da superfície do planeta e permite imprimir o mapa em impressoras 3D para um modelo físico do planeta. Astrônomos, amantes da ciência e estudantes podem tirar proveito da ferramenta, sugere a Nasa.

De fato, uma equipe de cientistas da agência já está usando o aplicativo para ajudar na seleção de possíveis locais de pouso para o próximo robô da Nasa, que deve ser lançado em 2020. O site também será usado como parte do processo seletivo de candidatos à primeira missão de exploração humana, prevista para 2030.